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A língua portuguesa está em constante movimento. A grafia das palavras segue uma convenção, a qual em alguns casos se altera no tempo e no espaço geográfico de uso. A mudança linguística é movida por duas forças distintas: uma procede da língua mesma, é inerente à sua lógica interna; a outra procede da comunidade linguística, das condições sócio-históricas em que é produzida.

Nesse sentido, a nova reforma ortográfica, fruto de acordo assinado em 1990 pelos países de língua portuguesa – Portugal, Moçambique, Guiné-Bissau, Angola, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Brasil –, tem por fim promover uma unificação do português escrito. O Brasil é o primeiro a implementar a reforma. Para os brasileiros, as mudanças se refletem, essencialmente, no uso do trema e do hífen e nas regras de acentuação.

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